JSC Mauricio

JSC Mauricio na década de 70 jogava water-polo no Botafogo e já despencava nos caixotes das ressacas cariocas.

Em meados dos anos 80, (quando da extinção do SALVAMAR), apoiado pela comunidade e pela iniciativa privada e pela PMERJ, Mauricio cria um grupo de Nadadores Salvadores, que ficou famoso pelos milhares de salvamentos realizados e pela ousadia com que despencavam nos caixotes das ressacas cariocas. O trabalho desenvolvido pelo grupoganhou as capas dos principais jornais impressos, além de páginas duplas das revistas Veja e Isto.

Nesse período, dirigiu as únicas entidades de prática esportiva de Surf de Peito a serem reconhecidas pelo Ministério da Educação e que foram as corresponsáveis pelas transformações que se seguiram. Nesta época Mauricio já era treinador de campeões nacionais e mundiais de Surf de Peito e o principal articulador da participação do Brasil na cena internacional do Surf de Peito.

Participou como competidor, como dirigente e treinador de dezenas de atletas que levou para competições na Califórnia, Hawaii, Taiti, Austrália, Peru, Portugal e Ilha da Pascoa. Trouxe diversos títulos, troféus e medalhas de ouro para casa .

Foi também o mentor, articulador da criação e principal colunista do primeiro suplemento de Surf e de Surf de Peito do Jornal dos Esportes, o “Domingo é Dia de Surf” do qual foi correspondente internacional. Foi o primeiro e talvez único jornalista de jornal diário de grande circulação a viajar exclusivamente para cobrir eventos de Surf de Peito mundo afora.

Mauricio foi apontado no Projeto de Lei 1446/2016 (hoje a lei Lei 7669/17), que DECLARA PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO O SURFE DE PEITO, como o maior incentivador do esporte nessa época.

Dos anos 90 em diante, Mauricio se dedica ao free-surf e ao desenvolvimento do Surf de Peito como esporte performance.

Maravilhado pelos avanços do Finswimming, a Fórmula 1 da Natação (seus nadadores são 50% mais rápidos do que os recordistas Olímpicos), Mauricio se torna praticante de Finswimming e Underwater Rugby , em meados dos anos 2000 em Berlim na Alemanha, onde residia.

Desde então Mauricio trabalha para integrar o Finswimming e o Underwater Rugby ao Surf de Peito. Sua dedicação é tamanha que entre 2012 e 2015 ele investe na criação e desenvolvimento da revolucionária nadadeira bi-fins : LEBLONFINS.

Ao mesmo tempo cria e desenvolve o Método LeblonFins de Finswiming / Bodysurfing  Progressivos. O método agrega conceitos técnicos e táticos do Finswimming e do Rugby Subaquático (populares na Europa do Leste) do Lifesaving (esporte com 5 milhões de adeptos na Europa) , do Surf e do bodysurfing.

Modalidades que juntas representam o suprassumo da aquacidade humana. Além de todas compartilharem demandas fisiológicas e mecânicas aproximadas, todas fazem uso da nadadeira e com exceção do bodysurfing, são esportes de alta performance.

Em 2016 constitui a LeblonFins llc nos Estados Unidos, inicia a produção da nadadeira LEBLONFINS em diminuta escala na Malásia e distribui mundialmente.

JSC Mauricio retorna ao Brasil em 2017, já treinador de Finswimming certificado pela CMAS, e introduz a modalidade no clube Botafogo F. R.  em parceria com Walace Morgado o head coach  do Departamento de Natação do clube.

Em 2017 realiza no Botafogo Mourisco Mar, a primeira clínica internacional de Progressive Finswimming & Bodysurfing  para watermen dos Estados Unidos, África do Sul, Argentina, Peru e de diversas partes do Brasil.

A seguir com apoio do Botafogo Mourisco Mar, passa a realizar rotineiramente clínicas de Progressive Bodysurfing/Finswiming, para bodysurfers, nadadores, guarda-vidas e surfistas.

Realiza um feito épico ao enfrentar no peito, com 05 colegas da equipe Botafogo/LeblonFins, a temida onda mostro da Lage da Besta da Baia de Guanabara com mais de 20′ de altura. Algo tido como impossível. O feito reverbera na mídia sendo divulgado inclusive em grandes jornais.

A CMAS e Sportsub reconhecem e elogiam oficialmente os esforços de JSC Mauricio pela divulgação do esporte no Brasil.

Mauricio é convidado pela CMAS para a levar o time LeblonFins/Botafogo para representar o Brasil na sua estreia na cena internacional e participar das seletivas do mundial da modalidade, que aconteceram em Cartagena del Mar, na Colômbia. Junto com o 1º finswimmer Brasileiro, Bruno Frazão de Lima ganha as 03 primeiras medalhas de prata para o Brasil.

Funda em 2018 a Associação Brasileira de Finswiming, Bodysurfing, Rugby Subaquático e Lifesaving que foi reconhecida pela CMAS como entidade dirigente do Finswimming no Brasil pelo período probatório de 2 anos.

Em 2019 é convidado pela Marinha do Brasil a apresentar o Progressive Finswimming para instrutores do CIAMA, onde são treinados as forças especiais, mergulhadores escafandristas e guarda-vidas entre outros.

Dedica cada vez mais tempo e esforços ao desenvolvimento do programa de treinamento LeblonFins para Finswiming & Bodysurfing Progressivos, que jádesperta atenção de profissionais do surf e de outros segmentos da aquacidade no Brasil, inclusive militar.

Em 2019 nasce a LeblonFins Wipeout Experience. O treinamento é apenas para membros da equipe, mas ocasionalmente recebe ícones da aquacidade no Brasil uma vez por mês, para troca de experiências e conhecimentos. 

JSC Mauricio hoje, dedica-se exclusivamente ao desenvolvimento do Progressive Finswiming & Bodysurfing / big wave wipeout training.

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As experiencias acontecem em blocos aquáticos e terrestres, individuais e coletivos, cada um com diferentes níveis de exigência e duração. Cada bloco de experiências considera o background técnico e aptidão física do indivíduo e seu objetivo.